Dieta X Comer Saudável

    Por Erika Rodrigues**

    Entenda uma coisa: nenhuma dieta te dará os mesmos benefícios que o comer saudável. Comer saudável vai muito além de contar calorias ou seguir um regime militar.

    Como terapeuta nutricional, digo que mais importante de O QUÊ você come, é COMO você come. Ficar ansioso com alguns alimentos, deixar de jantar com amigos, se impor restrições ou passar boa parte do dia pensando em comida é um mau sinal. Obviamente que todo mundo tem preferências e aversões, mas você não pode ser escravo da sua alimentação.

    Como?

    • Abandone o hábito de fazer dietas, em especial as da moda (quem te ajuda com alimentação é o nutricionista, não a blogueira do momento ou revista do mês);
    • Respeite seu corpo. Cada corpo uma história. Além da questão genética, cultural e crenças pessoais, cada um deve respeitar sua individualidade. Tem alergia? Intolerâncias? Como é sua digestão para certos alimentos? Que fase da vida se encontra?
    • Respeite sua fome. Se estiver com fome, coma! Passar fome não otimiza resultados, pelo contrário, é contraproducente pois reduz seu metabolismo e aumenta chances de compulsões;
    • Ouça os sinais do corpo: fome, saciedade, sede, cansaço, stress. Não use a comida como recompensa! Esta cansado? Durma melhor. Sede? Tome água. Stressado? Medite ou procure investir em lazer. 5. Mude seu padrão de pensamentos negativos: eu não posso, não consigo, não mereço, sou um caso perdido. Você é o que pensa, então a cada pensamento negativo substitua por um de gratidão;

    FAÇA AS PAZES COM SUA ALIMENTAÇÃO.

    Uma coisa é certa: você vai comer o resto de sua vida, melhor que isso seja algo prazeroso. Resgate a boa relação com os alimentos, seja curioso, experimente novos sabores, novos preparos, seja um desbravador de sua cozinha.

    **Erika Rodrigues é nutricionista, especialista em transtornos alimentares com formação em Yoga, Ayurveda, culinária natural e raw food.

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    Cozinhar é Amor Próprio e Segurança Alimentar*

    *Por Malu Paes Leme

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    Você gosta de cozinhar?

    Bom, eu amo! Mas só fui descobrir esse amor muitos anos depois que eu tinha nascido. Mais precisamente quando descobri o vegetarianismo com meus 17 anos. Desde então busquei e fiz aulas de culinária vegetariana para me virar em casa, e cozinhava diariamente pra mim, errando e acertando, criando e recriando receitas e acabei descobrindo esse amor todo pela cozinha. Depois vim a descobrir mais uma coisa, esse amor todo na verdade era além do ato de cozinhar, era um amor por mim mesma.

    Aquela conexão que a gente faz quando cozinha é algo inexplicável. Melhor ainda depois que consumimos aquele alimento feito por nós mesmos, que tem toda uma parte de nós, nossa energia, nossos pensamentos, nosso gosto pessoal… E o melhor é que o ato de cozinhar começa antes com a escolha dos alimentos, depois o preparo que nossas mãos já vão assimilando nutrientes, já vão mandando informações para o nosso cérebro do que a gente vai consumir (e desta forma nós acabamos digerindo melhor), e depois o resultado de uma comida feita com amor, acaba gerando mais amor para dentro de nós e por nós. Melhor ainda se consumimos alimentos saudáveis, naturais, frescos, orgânicos e em seu perfeito estado para consumo.

    Aqui em casa eu procuro fazer o máximo de preparações dos alimentos. Sabe aquela comida caseira, mas caseira mesmo? Que até o molho

    de tomate sou eu que faço? Então, a proposta de ter uma vida mais saudável e conectada é muito  isso: cozinhar/cruzinhar o próprio alimento.

    Mudar o hábito alimentar já é difícil. Incluir um novo hábito de cozinhar é ainda mais difícil para muitas pessoas. Sabe porquê? Porque desde criança ouvimos que dá trabalho e vimos e consumimos alimentos rápidos, de redes de fast food, de saquinho, pacotinho, enlatados, prontos para ir pro microondas, etc. E há muito tempo que cozinhar em casa com a família e ensinar a cozinhar nas escolas virou ultrapassado, pois imagina, não cabe nos tempos modernos onde temos MUITO o que fazer, e perder tempo com cozinha não vale a pena.

    Mas, como também temos visto, as doenças estão cada vez mais presentes desde cedo na vida das pessoas. As alergias então! Aposto que você que está lendo este post ou tem intolerância a algum alimento ou esta prestes a ter. Tudo isso nos mostra o quanto distante estamos de nós mesmos. O quanto não estamos nos amando realmente. O quanto damos valor a outras coisas, muitas vezes banais, supérfulas e que só ajudam a nós termos menos saúde, vitalidade e desconexão com tudo.

    Comer fora é uma delícia, eu sei. Podemos experimentar pratos diferentes dos nossos do dia a dia, entramos em um ambiente diferente com decoração diferente, somos servidos!, não precisamos ficar um tempão na cozinha… mas será que você vê a cara de quem está cozinhando pra você? Sente a energia que ele/ela está passando para o seu alimento? Você sabe o que eles colocam na sua comida de temperos, aditivos químicos, glutamatos, gordura etc.?

    Essas perguntas são importantes de serem feitas quando escolhemos o caminho da saúde.

    Nada contra restaurante. Acho ele uma mão na roda, e conheço bons e poucos que são feitos por pessoas com muito amor e conexão aos alimentos e o ato de servir ao outro. Mas, acredito que cozinhar para si mesmo é muito mais seguro pois sabemos exatamente o que estamos colocando pra dentro (nutrientes, temperos, quantidades, etc.), e é um ato de amor a si próprio e uma conexão que fará toda a diferença na nossa saúde.

    Quando se trata de alimentação para os nossos filhos aí mesmo que o mais seguro é comer em casa.

    A minha proposta com a Alimentação Inteligente é conectar você com você mesmo. Pois foi isso o que eu fiz ao descobrir a culinária saudável e o estilo de vida ativo, conectado e que respeita o meio ambiente que eu vivo.

    Para quem deseja se aprofundar nesta reconexão com ato de cozinhar/de se amar/de se auto conhecer, recomendamos conhecer o site da Malu: Alimentação Inteligente e continuar conectado aqui no nosso Blog para colocar a “mão na massa” e as receitas em prática!

    Mas… E a proteína?

     

    Artigo: Alimentação vegetariana e ingestão de proteínas, por Luciana Miranda (nutricionista funcional)

    “Mas… E a proteína?”

    Esta é uma pergunta muito comum quando se fala em alimentação sem carne, ou em pessoas que têm hábitos alimentares vegetarianos. Na verdade, é muito difícil alguém não alcançar as necessidades protéicas diárias recomendadas – inclusive pesssoas que não consomem proteína animal; as fontes protéicas de origem vegetal são várias:

    • Leguminosas (feijões, grão-de-bico, ervilha, lentilha, etc)
    • Oleaginosas (castanhas, amêndoas, nozes, macadâmias, sementes de chia, linhaça, gergelim, semente de girassol).

    Também são exemplos de fontes proteicas a quinoa, as algas, os cogumelos e os vegetais com folhas verde escuro. Os cereais integrais, que apesar de não serem ricos em proteínas, complementam as fontes citadas anteriormente.

    O bom é que se pode variar nas receitas e deixar a alimentação cada vez mais dinâmica e biodiversa. Leites vegetais são ótimas opções – podem servir de ingrediente para o preparo de purês, bolos, tortas, mingau; os cremes de oleaginosas também dão um gostinho especial no menu – super versáteis, podem ser doces ou salgados, temperados com ervas e especiarias ou adoçados com melado de cana, por exemplo – usados com frutas, panquecas, crepes, smoothies; abacate pode servir de base para “maionese”, grão de bico pode virar pasta, quinoa pode virar “hambúrguer”… Enfim, as idéias são infinitas!

    A natureza é perfeita. O reino vegetal é muito variado em cores, sabores e nutrientes. Não há motivos para temer deficiência protéica quando não há consumo de alimentos de origem animal. Além disso, dietas ricas em vegetais são ricas em fibras, vitaminas, minerais, antioxidantes e muitos fitoquímicos. Quando bem orientada e planejada, uma dieta vegetariana fornece a proteína necessária ao organismo em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na gestação. Sem contar que o meio ambiente agradece!

     

    REFERÊNCIAS:

    Fox N, Ward KJ. You are what you eat? Vegetarianism, health and identity.Social Science & Medicine 2008; 66: 2585-2595.

    Sociedade Brasileira Vegetariana. Guia Alimentar de dietas vegetarianas para adultos. São Paulo. 2012.

    Haddad EH, Sabaté J, Whitten CG. Vegetarian food guide pyramid: a conceptual framework. Am J Clin Nutr 1999;70:615S–619S.

     

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    Exemplos da quantidade de proteínas. Valores referentes a porção de 100g de cada alimento.

    Comer X Comungar

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    A Alimentação Integrativa reconhece no alimento uma ferramenta que pode expandir sua conexão com você mesmo, com suas vontades internas, com aquilo que te faz rir, o seu coração pulsar, e traz encantamento para cada instante do dia.

    Desenvolver uma postura atenta ao alimentar-se conduz à sabores únicos, relativos a cada um de nós, despertando dons e habilidades individuais, convidando a apreciar o Ser que você É. Trazer consciência para o processo alimentar é muito simples, permite saber o que nutre e o que está sendo nutrido, uma brincadeira que envolve o perguntar e escutar.

    Com uma postura confiante e atenta o questionamento acontece: “Estou com fome?”, “Preciso me alimentar?”, “O que sacia a minha fome?”, “O que estou nutrindo?”, “Este alimento me nutre de verdade?”, “Que sensações este alimento desperta?”, “Este alimento me traz vitalidade?

    E quem vai responder? Você!!!

    Se alimentar ficará muito mais divertido! Diante de um alimento experimente, faça a pergunta que quiser, peça para ter consciência, confie, a intenção de querer saber te trará a resposta. Fique atento ao que vier: pode surgir uma palavra, uma sensação no corpo, o coração saltita, a barriga contorce, o riso acontece, um desequilíbrio, uma pontada de dor… Com o saber revelado você faz sua escolha, baseada numa verdade que veio de dentro de você, que diz respeito a sua história, ao seu momento de vida.

    Nesta brincadeira, você descobre que pode acessar este saber interno quando quiser, para o que quiser, e de repente abre mão da necessidade de pedir conselhos, de achar que o outro tem a melhor solução para você, da dúvida que faz ecoar o “será?”. O hábito de procurar a verdade interior, alimenta a intuição, faz a autoconfiança crescer, fortalecendo o seu poder para transformar e realizar suas vontades. Você se sente grande, nutrido de verdade, acredita que pode e faz acontecer!

    A escuta atenta e amorosa afasta julgamentos, críticas e culpa. Chega como um convite para abandonar o que já foi, desenvolvendo um olhar diferente, transformando velhos hábitos, assumindo uma nova postura. Você descobre que pode realizar suas escolhas alimentares, deixando vir à tona os sentimentos ali embutidos, fazendo uma grande faxina e liberando todo peso extra. Ufaaaaaaaa! Você se sente mais leve, solto, descontraído.

    Os alimentos passam a revelar algo além de seus nutrientes. Existe a transição do comer para o comungar. Alimentar-se é uma oportunidade de praticar a escuta, estreitar e fazer crescer o vínculo com a sua verdade.

    Por Anah Locoselli.

    O Sabor do Coaching

    Por Thiago Prigol Aires**

    Quer experimentar um sabor novo na sua vida? Que tal um sabor de mais saúde, disposição e bem-estar? Todo mundo quer, certo? Será que quer mesmo?

    Certa vez em uma conversa me questionaram: Você é daqueles que tem problema em comer qualquer coisa? Eu respondi: Não, eu como super bem, por isso não tenho problema, já quem come qualquer coisa… Rimos, mas a verdade é que muitos acham que comida saudável não tem sabor, e que quem leva um estilo de vida mais saudável não vive. Acredite, comida saudável pode ser, sim, sinônimo de preparações muito saborosas e muito bem-estar.

    Difícil criar hábitos alimentares mais saudáveis? Costumo dizer que difícil é o que não queremos, do contrário é um desafio. Se você quer realmente ter uma vida mais equilibrada é exatamente assim que precisa encarar. Não sou nutri, médico, nem mesmo chef, sou master coach, mas adoro esse universo da saúde, na verdade adoro ter conhecimento do que pode me fazer bem. Como já disse, “é como você encara…”, em outras palavras, como você vive.

    Ok, você vê aquela sobremesa maravilhosa e levam poucos segundos para você sair da dieta, e, pior, depois a consciência ainda pesa e vêm as fortes emoções. Talvez o foco não seja a dieta! Se você deseja mudanças sustentáveis, é um fato, você precisa criar novos hábitos e formatar outros. Com o Coaching você consegue desenvolver sua inteligência emocional com mais agilidade e reprogramar sua forma de pensar para conquistar novos resultados. Uma nova atitude pode mudar tudo!

    Então, será que você quer mudar seus resultados? Preciso dizer que esse processo de transformação não é para qualquer pessoa. Sair da zona de conforto é desafiador, e não é qualquer um que está disposto a enfrentar desafios. Em situações relacionadas à saúde, acho sensato contar com a ajuda de um nutricionista, por exemplo, contudo, eu repito: o trabalho começa na sua mente. Um bom processo de Coaching pode ser a cereja do bolo. Bolo saudável né!

    Veja lá, não se engane mais uma vez! Como disse minha querida cliente Dra. Dayse Caldeira numa de nossas sessões de Coaching: “O saudável também engorda.” Ou seja, se você é o que come, também é a quantidade que come… E, acordar no meio da madrugada pode ser um problema… Quer sentir um novo sabor na sua vida?

     

    thiagocoach VocêAlém avatar**Thiago Prigol Aires é master coach, empreendedor e estrategista de alta performance.

    Contato: thiago@vocealem.com.br

    Instagram: @thiagocoach

    Blog: http://vocealem.thiago.coach/

    Alimentação Integrativa: descobrindo os aspectos mais sutis dos alimentos

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    Sentar à mesa e se alimentar é um convite para olhar com consciência ao que se coloca dentro da boca, um momento para refletir sobre o que está sendo nutrido, como e porquê. Esse parar e perguntar pode fazer muita diferença nas nossas escolhas alimentares, que acabam refletidas na vida como um todo.

    A grande descoberta se dá ao acessar a percepção de que, às vezes, a fome é por acalmar uma dor, cessar a ansiedade, encontrar um colo… Um comer até então inconsciente, que leva a nutrir e fazer crescer exatamente o que se gostaria de sanar.

    Imagine alguém, em uma crise de ansiedade, respiração curta, peito apertado, um turbilhão de pensamentos e uma vontade louca de acabar com tudo isso. Com a mente atordoada recorre a lembranças que acalentam, volta no tempo, vai pra casa da avó, sente o cheiro do bolo de chocolate e começa a salivar, querendo se apropriar de seu grande salvador, doce, gostoso, hummm…

    Sai em busca do bolo e, diante dele, procura encontrar a paz desejada. Come um pedaço, devora mais um, engole outro, vai pondo para dentro uma garfada atrás da outra na procura do tal conforto, que demora a dar as caras e, quando surge, some rapidinho. O apreciar é esquecido, a saciedade se perde em uma busca por mais, por aquilo que está em outro lugar, e a ansiedade só faz é crescer.

    É preciso saber o que está sendo nutrido, a verdadeira causa da ansiedade, e com essa revelação se apropriar de novas escolhas, agora mais conscientes, buscando sanar a causa e não o sintoma.

    Sim, uma descoberta e tanto: o alimento nutre algumas coisinhas que nem se imaginava ser possível. Ele alimenta o corpo físico, suas emoções, pensamentos, espiritualidade.

    Este movimento que conduz a um novo olhar sobre a alimentação, é libertador, pois rompe com atitudes repetitivas. A Alimentação Integrativa é um convite para transformar e fazer escolhas conscientes que nutrem o que há de melhor em cada um de nós.

    Além dos benefícios para a saúde, a Alimentação Integrativa reconhece o potencial do alimento para promover um “despertar”. Um olhar mais abrangente sobre a alimentação ajuda a desenvolver habilidades para identificar os aspectos mais sutis presentes no alimento, ampliando sua capacidade nutricional além do físico. Aprender a saborear “integralmente” nos permite absorver melhor o potencial energético de cada alimento e nos conecta também com o aspecto sagrado de cada refeição.

    Por Anah Locoselli, terapeuta holística, alquimista da culinária e criadora da “Alimentação Integrativa”.

    Leite – um alimento indispensável?**

    ** Texto da nutricionista Melissa Suarez. Fonte: www.souvegetariano.com

    O leite e seus derivados durante muito tempo foram considerados alimentos indispensáveis para a saúde do homem, hoje os escândalos de adulteração colocam em cheque a afirmação do passado. Neste texto pretendemos esclarecer se realmente o leite é indispensável, quais são os alimentos fontes de cálcio e os efeitos colaterais do consumo do leite a curto e em longo prazo.

     

    Leite indispensável

    Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde) não podemos substituir o leite materno pelo leite de vaca ou pelo sucedâneo do leite materno (sucedâneo é um leite artificial utilizado para substituir o leite materno quando necessário, ele não tem a mesma composição, mas é melhor do que o leite de vaca).

    Depois da retirada do leite materno, de maneira nenhuma deveria ser introduzido o consumo de leite de vaca e derivados. A Harvard School of Public Health, quebrando o lobby da indústria de alimentos, anunciou que o consumo de leite e derivados não é compatível com uma dieta saudável. As justificativas apresentadas estão relacionadas ao aumento do câncer de próstata e ovários.

     

    Efeitos colaterais a curto prazo

    Lembro-me quando criança minha avó indicando o leite para quem sofria de gastrite, essa informação é uma meia verdade. A gastrite geralmente está relacionada ao aumento do ácido clorídrico no estômago. No processo inicial de digestão o ácido se liga ao leite diminuindo os efeitos da acidez, mas no final da digestão estomacal o ácido volta a agredir a mucosa e ainda é produzido ácido lático, piorando os efeitos da gastrite.

    A acidez gerada pelo consumo do leite favorece o refluxo. O refluxo é a volta do ácido do estômago para o esôfago, chegando a atingir a laringe a faringe causando irritação e algumas vezes os brônquios, levando a pneumonia bronco-aspirativa. A agressão gerada nestas regiões não produtoras de muco pode causar lesão, e se o caso não for tratado aumenta o risco para desenvolver câncer, principalmente de esôfago.

    Depois dos quatro anos de idade a capacidade de digerir a lactose (açúcar do leite) cai sensivelmente promovendo diarreia em muitos que bebem leite, com a diarreia vem a perda de nutrientes e os microrganismos que compõem a flora intestinal se perdem. Sem a flora intestinal íntegra, a consequência é uma maior produção de gases e baixa produção da vitamina K e imunidade da criança.

    Outros que consomem leite sofrem terríveis problemas de constipação intestinal e produção de gases. Uma frequência baixa de evacuaçãopromove o aumento da absorção intestinal favorecendo o ganho de peso. A produção de toxinas no intestino é grande, estas toxinas são absorvidas para a corrente sanguínea agindo no cérebro e interferindo no humor.

    A proteína do leite aumenta a produção de histamina na corrente sanguínea gerando os processos alérgicos, o sistema respiratório é o mais afetado, mas alguns manifestam alergias cutâneas (pele). O aumento da histamina esta relacionado à maior concentração de cortisol no sangue. O cortisol é o hormônio do estresse, este promove muitos efeitos colaterais no organismo.

     

     

    Efeitos colaterais a longo prazo

    O leite de vaca é rico em proteína devido à demanda do bezerro para promover crescimento. No Brasil o rebanho é composto basicamente por gados da raça Nelore, o bezerro desta raça nasce com 25 kg e no final do ano tem que pesar no mínimo 250 kg, um aumento de dez vezes o seu peso de nascimento. A criança nasce com 3 kg e no final de um ano deve estar pesando em torno de 10 kg, um aumento de três vezes. Este consumo de proteína elevado gera alguns problemas para o organismo.

    Durante o processo de metabolização da proteína é liberado a parte ácida levando a uma redução de pH. Um meio ácido é o ambiente perfeito para desenvolvimento do câncer, o corpo na tentativa de conter está acidez usa o cálcio do leite para promover o tamponamento (manter o pH em 7,4 ), o cálcio deixa de ser utilizado para formação da massa óssea promovendo a osteoporose no futuro, essa informação já tem comprovação científica. O cálcio não pode ficar circulando na corrente sanguínea, pois ele é um dos fatores de coagulação, o que poderia formar um trombo promovendo um derrame. O cálcio é eliminado pelos rins aumentando o risco de formar cálculo renal. Quando os rins estão sobrecarregados, a via de excreção é o fígado e no futuro muitos podem sofrer com cálculo biliar. O queijo parece ser o maior promotor de cálculo biliar.

    Depois de anos de consumo de laticínios e de sobrecarga nos rins e fígado, o corpo já cansado começa a depositar o cálcio nas articulações. O resultado final é a calcificação das articulações, dores e muitas vezes a deformação de dedos.

    Segundo a Harvard School of Public Health, a gordura saturada que se encontra nos laticínios e os produtos químicos que são utilizados durante a produção são os grandes vilões para a formação do câncer e outros problemas de saúde como o aumento do colesterol. Além disso, mas ainda com poucos estudos, temos as intoxicações por hormônios e antibióticos presentes no leite de vaca atualmente.

     

    leite_amendoasAlimentos fontes de cálcio

    O leite é rico em cálcio, porém não pode ser considerado um alimento fonte devido aos motivos explicados acima. As fontes de cálcio precisam ser ricas em magnésio. A proporção é de 2 moléculas de cálcio para 1 de magnésio para potencializar a absorção.

     

    O alimento fonte não pode ser rico em proteína 

    Encontramos nos vegetais alimentos com estas características, são eles:

    – Vegetais verdes escuros (brócolis, espinafre, couve, rúcula, mostarda, agrião, escarola, etc)

    – Leite de amêndoa

    – Gergelim, aqui vale algumas considerações, o preto tem dez vezes mais cálcio que o leite de vaca, o branco integral sete vezes e meia e o branco descascado quatro vezes mais

    – Semente de girassol com quatro vezes mais cálcio que o leite fecha a lista dos principais substitutos

    Todos os alimentos fontes de cálcio também são ricos em ferro, vale a pena investir nestas fontes.

    Sugestão:

    Faça leite de sementes, você estará oferecendo para seu filho um alimento vivo, livre destes contaminantes e substâncias anti-nutricionais. Se quiser fazer a transição prefira leite C ou leite B, ou melhor ainda – leite orgânico da feira ecológica. Diminua os ml diários! Estes leites são mais seguros, contêm mais probióticos do próprio leite e que se mantêm íntegros no processo leve de fermentação – diferente do leite UHT, que precisa de um processo industrial mais violento já que tem um tempo de prateleira bem maior.

    Conheça as PANCS: Plantas Alimentícias Não Convencionais*

    Trapoeraba, um "mato" que pode ser utilizado no Suco Verde!

    Trapoeraba, um “mato” que pode ser utilizado no Suco Verde!

    As plantas alimentícias não convencionais ou “PANCs”, são importantes fontes de alimento para a humanidade há séculos. O botânico Valdely Kinupp, em sua tese de doutorado, estudou 1.500 espécies dessas plantas na Região Metropolitana de Porto Alegre. Este estudo apontou cerca de 311 plantas com potencial alimentício, descobrindo que pelo menos 100 delas têm grande potencial para enriquecer nossa alimentação, gerar renda e ainda conservar a natureza.

    As PANCs são plantas quPANCSe nascem de forma espontânea e podem ser encontradas, com facilidade, em qualquer beira de estrada, terrenos baldios, hortas e áreas cultivadas, bem como nas florestas nativas. O resultado de 10 anos de trabalho dos autores Valdely Kinupp e Harri Lorenzi – dois dos maiores estudiosos de plantas no Brasil foi publicado ano passado. A obra, com mais de 700 páginas e 351 espécies catalogadas, nos mostra todo o potencial não utilizado destas plantas, que foram gradualmente preteridas em favor de espécies exóticas.

     

    A seguir, publicamos um trecho da entrevista cedida por Valdely Kinupp ao Coletivo Catarse.

     

    O que de especial te motivou a trabalhar com as Plantas Alimentícias Não-Convencionais (PANC)?

    Foi a questão econômica e de sustentabilidade, mas também o prazer de fazer um trabalho novo, praticamente inédito, da forma como foi feito.

    Pensando numa alternativa, desde a sobrevivência na selva, na lida no campo, mas também numa perspectiva de geração de renda, empregos, conservação da natureza, porque hoje vivemos uma monotonia alimentar.

    As PANCs, e nossa biodiversidade como um todo, seja ornamental, medicinal, madeireira são, muitas vezes, negligenciadas. Especialmente as alimentícias aqui no Brasil.

    Se olharmos nossas refeições caseiras, o cardápio nos restaurantes, as ofertas dos self-services, nas gôndolas dos supermercados e nas feiras, praticamente tudo é exótico, pouco é local, com baixa importância regional, estadual e nacional.

    O Rio Grande do Sul, mesmo sendo considerado um estado celeiro do Brasil, não está adaptado às futuras mudanças climáticas. Contudo, vários estudos internacionais vêm mostrando que as plantas regionais, as ditas plantas “daninhas”, as plantas espontâneas, são muito mais adaptadas [até por rotas metabólicas e fisiológicas diferentes] ao aumento do gás carbônico e da temperatura no ar, em comparação com as commodities agrícolas.

    Não estamos preparados para catástrofes e desastres ambientais,
    porque as pessoas não sabem mais o que comer do seu quintal.

    E isso é um ciclo vicioso. As crianças deveriam aprender desde cedo nas escolas e com os pais que existem milhares de plantas que podemos comer.

    Muitas vezes, nas saídas de coletas que realizamos periodicamente, sempre aparecem curiosos. Já aproveito para fazer uma educação informal, mostrando o que é comestível, e mesmo assim, alguns ainda pensam que sou uma pessoa que está passando necessidade, porque estou catando um frutinho qualquer ali no mato.

    Precisamos quebrar essa tabu.
    Sabendo que determinada planta é comestível, você não mais a verá como mato.

    É preciso aprender isso: tudo foi mato um dia, até nossos ancestrais descobrirem que certas plantas eram comestíveis, inaugurando um novo paradigma alimentar para o reino vegetal.

    A preocupação da sociedade só ocorre quando secas drásticas (ou excesso de chuvas) reduz a oferta de uma planta folhosa local: precisamos trazer de outras regiões…

    Se, por exemplo, estivéssemos plantando bertalha (e.g., Anredera cordifolia, A. krapovickasii – Basellaceae), como hortaliça aqui no RS e não o alface, os agricultores não estariam passando tantos problemas, porque são plantas que toleram o período de estiagem e co-evoluíram neste ambiente.
    A bertalha foi um dos carros-chefe na minha pesquisa, ou espinafre-gaúcho, como preferi registrar popularmente, que você pode comer as folhas, muito rica em zinco, ótimo para memória, uma planta perene, mas que possui outra boa vantagem: além das folhas como verdura, tem as batatinhas áreas e também os tubérculos subterrâneos na pequena batata que ela produz que são legumes, com usos similares ao da batata-inglesa.

    Destes órgãos amiláceos foi descoberta uma substância nova, em 2007, de proteção para cavidade gástrica, que inibe a ação de tripisina [“Ancordin”].

    Alguns estrangeiros queriam comprar cerca de duas toneladas desta ‘batata’ da bertalha. Cadê o produtor? Não há cultivos racionais desta espécie no Brasil…

    E continuamos falando da nossa biodiversidade, mas comendo a biodiversidade dos outros continentes/países. Plantamos trigo, arroz, café, laranja, eucalipto e soja, e nada disso é nativo do Brasil. Cadê o plantio de bertalha, ália, crem, jacaratiá…

    A domesticação do pêssego-do-mato? E tantas outras hortaliças e frutíferas silvestres com grande potencial agrícola e nutricional?

    Não existe. As pessoas valorizam tanto suas tradições em cada um dos nossos estados, falam bastante da biodiversidade, mas não a conhecem, e isso é riqueza abstrata.

    Se fala que a Amazônia vale trilhões. Vale nada. As pessoas estão passando fome lá. Muita gente vivendo precariamente, como aqui, na famosa Porto Alegre, com sua periferia cheia de pessoas comendo mal, sentindo frio ao dormir.

    Não adianta termos uma biodiversidade imensa na Região Metropolitana se não a comemos ou a utilizamos de forma sustentável para outros fins. Muito menos geramos divisas e empregos, porque ninguém planta.

    Nós somos xenófilos, gostamos do que é de fora, quando aceitamos de pronto e não conhecemos o nosso, não mantemos as nossas tradições.

    Meu intuito é fazer a extensão, a popularização, dessas plantas nativas e subsidiar outras áreas do conhecimento, não ficar uma ação isolada.

    Que a Agronomia possa estudar isso no aspecto fitotécnico e horticultural;

    Que a Nutrição pesquise a parte bromatológica;

    Que a Química, a Bioquímica, a Farmácia pesquise a parte toxicológica e fitoquímica.

    Trazer à tona, RESGATAR e propor novas plantas para serem incorporadas na dieta humana, o que conduz aos estudos transversais. E aí a importância, num trabalho básico desse como o nosso, de detalhar as plantas nativas.

    Mas friso que não se pode entender isso como uma verdade absoluta. Trata-se de uma proposta em construção, que começa desde as experiências individuais dos pesquisadores envolvidos, dos relatos de pessoas que fazem uso tradicional, por dados de etnobotânica antigos.

    E será apenas um segmento da pesquisa, que servirá como subsídio para outras áreas de conhecimento. E, o mais importante disso é ponderar o uso e ter diversificação. Por isso a ciência é dinâmica.

    Todas as plantas têm seus prós e contras, seus modos de preparo adequados, períodos de consumo, com maior ou menor sensibilidade das pessoas. Mas nós não podemos blindar as plantas não-convencionais por acharem que são mais tóxicas que as comuns que você tem no dia-a-dia.

    Há carência de pesquisa, pois o comum é pesquisar só aquilo que está badalado: o morango ou tomate. E não se pesquisa nosso juá nativo, que tem tanto ou mais licopeno que o tomate, porque nem se conhece.

    Por isso a necessidade da transdisciplinaridade e de fazer essa passagem para o uso real e efetivo da nossa flora diversa. Nós não sabemos nem quantas espécies temos no Brasil: 50 mil?Pior ainda: restrito à Botânica?

    Não há consenso, nem uma listagem garantida. Há hipóteses, mas nem isso sabemos.

    Não só a biodiversidade vegetal, mas animal também, que é mais paradigmática e cheia de tabus, com legislação cada vez mais engessada, necessitando ser revista com urgência, para que a nossa fauna alimentícia possa e deva ser criada de forma ecologicamente correta.

    Estamos em uma área muito boa de se trabalhar. Eu pude fazer uma pesquisa aplicada e transferir isso para as pessoas.

    Esse é um tipo de trabalho que desperta bastante interesse, de compartilhar aquilo que você pode fazer no ponto de ônibus e dentro dele, na divulgação corpo-a-corpo, porque as pessoas entendem, sendo gratificante para o pesquisador poder conseguir explicar o que faz.

    Falo que trabalho com as plantas que existem por aqui no chão, em todo o lugar, que não são aproveitadas, mas que dá para comer, seja verdura ou frutíferas, condimentos e por aí vai.

    No entanto, uma área, infelizmente, carente de pesquisa e de editais de financiamento no Brasil.

    Instituto Nacional do Câncer alerta sobre os perigos dos Agrotóxicos

    Brasil lidera o ranking do uso de agrotóxicos desde 2008.

    Brasil lidera o ranking do uso de agrotóxicos desde 2008.

    Para marcar o Dia Mundial da Saúde, o Instituto Nacional do Câncer (INCA) lançou no dia 8 de abril de 2015 um posicionamento a respeito do uso de agrotóxicos e os riscos dessas substâncias para a saúde do agricultor e de todos os consumidores. O documento é importante porque, desde 2008, o Brasil é campeão mundial de consumo de agrotóxicos.

    A liberação do uso de sementes transgênicas foi uma das ações responsáveis por colocar o País no primeiro lugar do ranking: o cultivo de sementes geneticamente modificadas exige o uso de grandes quantidades de veneno. Por isso, o Instituto lançou o documento técnico Posicionamento público do INCA a respeito do uso de agrotóxicos.

    O documento ressalta os riscos dos agrotóxicos para a saúde, em especial por sua associação com o desenvolvimento do câncer. O objetivo é fortalecer iniciativas de regulação e controle dessas substâncias que promovam a redução progressiva e sustentada do uso de agrotóxicos e a substituição do modelo agrícola dominante pela produção de base agroecológica.

    A discussão está alinhada com diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS), que escolheu para o Dia Mundial da Saúde deste ano o tema “Aprimoramento da segurança alimentar, da fazenda ao prato”. O debate contará com a presença de autoridades e militantes da boa alimentação para mostrar que há opções viáveis para o consumo de alimentos saudáveis.

    Confira alguns dados alarmantes:

    • A venda de agrotóxicos saltou de US$ 2 bilhões em 2001 para mais de US$ 8,5 bilhões em 2011 no Brasil;
    • Desde 2008, o país é o maior consumidor mundial dessas substâncias;
    • Consumo médio de um milhão de toneladas por ano, o equivalente a 5,2 kg de veneno por habitante (a média dos EUA é de 1,8 kg por habitante);
    • Na última década, o mercado de agrotóxicos no Brasil cresceu 190% (a média mundial foi de 93%).

    Os principais responsáveis por este aumento são os transgênicos, que requerem grandes quantidades de pesticidas, principalmente as lavouras de soja, cana-de-açúcar, milho, entre outras. O objetivo não é a redução do consumo de frutas e vegetais, mas pressionar governos e entidades a aumentar a regulação e o controle, além de incentivar alternativas mais sustentáveis.

    O INCA apoia a produção de base agroecológica em acordo com a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica. Este modelo otimiza a integração entre capacidade produtiva, uso e conservação da biodiversidade e dos demais recursos naturais essenciais à vida. Além de ser uma alternativa para a produção de alimentos livres de agrotóxicos, tem como base o equilíbrio ecológico, a eficiência econômica e a justiça social, fortalecendo agricultores e protegendo o meio ambiente e a sociedade.

    Fonte: www.inca.gov.br

    A Arte da Mudança

    Por Tiago Ribeiro de Paula*

    mudança

    Já disse um antigo sábio que a natureza do universo é a mudança.

    Todos nós no curso de nossa evolução pessoal vivenciamos este fluxo dinâmico e constante que são as mudanças em nossa realidade. Diferentes percepções, diferentes entendimentos e naturalmente diferentes sentimentos. Assim, sempre estamos envolvidos neste rio corrente que é o passar do tempo.

    Alguns buscam a excelência no campo dos esportes, outros na música, na carreira, no sucesso empresarial ou político e em incontáveis atividades. No entanto, independente de nossa área de atuação pessoal e profissional, todos nós, sem exceção, precisamos aprender a conviver em harmonia com o contínuo processo de mudança. Aprender como mudar de maneira saudável, criativa e evolutiva é uma das mais valiosas habilidades que podemos desenvolver.

    Sim, desenvolver e aprender a arte da mudança. A gente aprende a mudar!

    Mudança se desenvolve. E também, com dedicação, entrega e sabedoria, aprendemos a ver a beleza da mudança e a amar este processo universal que só pode fazer parte de um poder superior e de uma perfeição divina que nossa mente pode não entender, mas que está lá. Sempre esteve e sempre vai estar.

    Dessa forma, dar as boas vindas à mudança, saudá-la com entusiasmo e incentivá-la como atitude de melhoria de nosso mundo, é uma arte que, honestamente aprendi a amar de todo coração. Acredito que a mudança não precisa ser dolorosa e sofrida. Não precisa ser um caminho árduo e espinhoso. A arte de mudar pode ser aprendida através da vontade de sair da zona de conforto e pode ser celebrada com entusiasmo. E uma das maneiras mais belas e naturais de mudar é através da alimentação. Basta uma breve olhada nas centenas de profissionais maravilhosos que hoje fazem parte da rede de alimentação saudável, orgânica e verdadeira. Seja através da internet, seja através de projetos locais em povoados distantes, estes “magos da Nova Era” têm feito suas Alquimias alimentares e, além de oferecer muitos sabores, têm transformado, curado, nutrido e embelezado nosso mundo de uma maneira vital.

    Estamos diante de um momento crucial em nosso planeta. Um momento decisivo. Onde, mais que bem-vinda, a mudança também se faz necessária. Vamos celebrar a vida de verdade, através da nossa reconexão com a Natureza. Não é preciso sofrimento, não é preciso nenhuma dieta de restrição radical.  Apenas aceitar o convite para redescobrir o prazer do que é simples, natural e verdadeiro.

    Como? Um mundo harmônico e maravilhoso com diversas possibilidades já existe e brilha radiante dentro e fora de nós. Sejam todos bem-vindos a praticar esta mudança! Vamos juntos abrir espaço para em movimento mais criativo, prazeroso e ecológico nos diversos campos das nossas vidas!

    * Tiago Ribeiro de Paula é trainer em PNL, autor dos livros ” Quatro estações de Amor” e “Com licença estamos Passando”, praticante de crossfit e apaixonado por alimentação de saudável. Trabalha com as comunidades indígenas do sul da Bahia, buscando a pacificação de conflitos, a autossustentabilidade e o Etnodesenvolvimento. Contato: trdeepaula@gmail.com